If Bolsonaro is the Far Right who is the Far Left in Brazil?

 

The 2017 election in France was a good example of how the media like to use the concept of far right in a pejorative way. There Marine Le Pen represented the “Far Right” and hence she carried with her a lot of prejudices the news outlets help impose as bad for a society.

And although the French media had identified Jean-Luc Mélenchon, the Communist Party-backed candidate, as the far-left face in the race, Mélenchon’s fundamentalism was painted with much lighter colors and the press even highlighted his tech insights, such as when he delivered through holograms his speech at several places at once.

But in Brazil, it seems the media have a dextrorotatory view and either the means of communication do not conceive that can exist the far-left side of the political spectrum or they avoid denominating someone as such.

For instance, the press even talks about a possible polarization between Bolsonaro “for the Far Right” and Lula “for the Workers’ Party” as if the PT were not at the other polo of the former Army captain’s supporters.

Of course, there are insignificant left-wing parties that the media doesn’t mind to refer as far-left but almost all of them orbit the Workers’ Party, functioning as much as a proxy for the PT.

 

Se Bolsonaro é a extrema direita quem é a extrema esquerda no Brasil?

A eleição de 2017 na França foi um bom exemplo de como os meios de comunicação gostam de usar o conceito de extrema-direita de forma pejorativa. Lá Marine Le Pen representava a “Extrema-direita” e portanto ela carregava com ela muitos preconceitos que os veículos de comunicação ajudam impor como ruim para uma sociedade.

E embora a mídia francesa tenha identificado Jean-Luc Mélenchon, o candidato apoiado pelo Partido Comunista, como o rosto da extrema-esquerda na corrida, o fundamentalismo de Mélenchon foi pintado com cores muito mais leves e a imprensa mesmo destacou suas sacadas tecnológicas, tais como quando ele fez através de hologramas seu discurso em vários lugares ao mesmo tempo.

Mas no Brasil, parece que a mídia tem uma visão para direita e ou os meios de comunicação não concebem que pode existir o lado de extrema-esquerda do espectro político ou eles evitam denominar alguém como tal.

Por exemplo, a imprensa mesmo fala sobre uma possível polarização entre Bolsonaro “pela extrema-direita” e Lula “pelo Partido dos Trabalhadores” como se o PT não estivesse no outro pólo dos partidários do ex-capitão de exército.

É claro, existem partidos de esquerda insignificantes que a mídia não se importa de referir como extrema-esquerda mas quase todos eles orbitam o Partido dos Trabalhadores, funcionando tanto quanto um agente para o PT.

 

 

Conservatives, Liberals and Communists in Brazil – Will the liberals engulf conservatives once again to lose once more in 2018?

 

Conservatives, Liberals and Communists in Brazil – Will the liberals engulf conservatives once again to lose once more in 2018?

It is already far in the past, in 1989, the time when a conservative politician stood a chance by running for president in Brazil. Back then the country seemed more susceptible to conservative speech than either the liberal or the communist one.

Although Fernando Collor was elected mainly due his anti-corruption pitch it only took place because his enemies failed to exploit his conservative character since the electorate had not so much prejudice against it yet.

But after nearly thirty years of massive subliminal propaganda by the almost unanimously leftist media many voters are even willing to tolerate corruption more than what the political correctness calls “intolerance”.

A cultural leftist takeover of the media has made most people either despise conservative values or become at least shy of manifesting them. Bit by bit, following the teachings of ideologues such as Antonio Gramsci, Brazilian society’s mindset leaned to the Left.

 

Conservadores, Liberais e Comunistas no Brasil – Irão os liberais engolfar conservadores mais uma vez para perder mais uma vez em 2018?

Já está longe no passado, em 1989, o tempo quando um político conservador teve chance ao concorrer a presidente no Brasil. Naquela época o país parecia mais suscetível ao discurso conservador do que ou o liberal ou o comunista.

Embora Fernando Collor foi eleito principalmente devido seu discurso anticorrupção isto apenas teve lugar porque seus inimigos não conseguiram explorar seu caráter conservador uma vez que o eleitorado não tinha muito preconceito contra isto ainda.

Mas após quase trinta anos de maciça propaganda subliminar pela mídia quase unanimemente esquerdista muitos eleitores estão até dispostos a tolerar corrupção mais do que o que o politicamente correto chama de “intolerância”.

Uma tomada cultural esquerdista da mídia tem feito a maioria das pessoas ou desprezar valores conservadores ou tornar-se pelo menos tímido de manifestá-los. Pouco a pouco, seguindo os ensinamentos de ideólogos tais como Antonio Gramsci, a mentalidade da sociedade brasileira inclinou-se para Esquerda.