A Trial by Combat?

 

 

Lula is trying to fool a federal judge responsible for ruling on whether he is guilty or innocent to debate politically with him, however not only the judge but also the 2018 presidential candidates should avoid to do so.

“Faced with intolerance and hatred, no debate is possible,” president Jacques Chirac told, during the 2002 French presidential election run-off, refusing to debate with an opponent he thought was illegitimate to run for president.

Nevertheless, now in Brazil we can have a presidential candidate who will be not only illegitimate but also an outlaw, and it seems so far that all the other contestants have shown no embarrassment to discuss, even on the same stage, the future of the country with him.

Lula and his entourage are desperately seeking legitimacy for their version that the former president and his Workers’ Party have been politically persecuted and if the other candidates fall by their tricks the 2018 presidential campaign will become a win-win contest for them.

Many very suspicious politicians already are selling the idea that could be undemocratic not to allow the former president to run because he has an expressive electoral support, but if it is true the Judiciary System has no meaning anymore and the democracy itself no longer exists, since as in Game of Thrones any noblemen have the right to request a trial by combat while smallfolk do not possess this right.

 

Um julgamento por combate? – Lula está tentando enganar um juiz federal responsável por decidir sobre se ele é culpado ou inocente para debater politicamente com ele, entretanto não apenas o juiz mas também os candidatos presidenciais de 2018 deveriam evitar fazer isso.

“Confrontado com intolerância e ódio, nenhum debate é possível,” presidente Jacques Chirac disse, durante o segundo turno da eleição presidencial francesa de 2002, se recusando a debater com um oponente que ele pensava que era ilegítimo para concorrer para presidente.

Contudo, agora no Brasil nós podemos ter um candidato presidencial que irá ser não apenas ilegítimo mas também um fora da lei, e parece até agora que todos os outros competidores não têm mostrado embaraço para discutir, mesmo no mesmo palco, o futuro do país com ele.

Lula e seu séquito estão desesperadamente procurando legitimidade para a versão deles que o ex-presidente e seu Partido dos Trabalhadores têm sido perseguidos politicamente e se os outros candidatos caírem por seus truques a campanha presidencial de 2018 irá tornar-se uma disputa em que os petistas ganham de uma forma ou de outra.

Muitos políticos muito suspeitos já estão vendendo a idéia que poderia ser antidemocrático não permitir ao ex-presidente concorrer porque ele tem um expressivo apoio eleitoral, mas se isto é verdade o sistema judiciário não tem mais significado e a própria democracia não existe mais, desde que como em Game of Thrones quaisquer nobres têm o direito de solicitar um julgamento por combate enquanto pessoas comuns não possuem este direito.

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