Why all the rush? Why to call for the president’s resignation without…

 

Why all the rush? Why to call for the president’s resignation without giving him the same opportunities to defend himself given to his predecessor?

There are no virgins in politics and a lot of people even unconsciously know it, so that despite a enormous campaign – launched by Brazil’s largest terrestrial TV network – Brazilians so far did not bought the idea of taking to the streets to call for Michel Temer’s resignation.

Apart from the politically engaged leftists, there are a large majority in Brazil even favorable to oust the president, nevertheless the entrapment set up to Temer, recording him red-handed, as well as the massive and incessant campaign sparked by the same media conglomerate which broke the news are raising suspicions.

People who supported the former president Dilma Rousseff’s impeachment are casting several doubts before jumping on the bandwagon.

And among them are: Why amid a widespread corruption culture the same network which seemed to be pleased by the current government pivoted to smear it? And why the unprecedented plea agreement got by the squealers, who became rich stealing from the public coffers, did leave them scot-free?

 

Por que toda a pressa? Por que pedir a renúncia do presidente sem dar a ele as mesmas oportunidades para se defender dadas a sua antecessora?

Não existem virgens na política e muitas pessoas mesmo inconscientemente sabem disto, de modo que a despeito de uma enorme campanha – lançada pela maior rede de TV aberta do Brasil – brasileiros até agora não compraram a ideia de ir para as ruas pedir a renúncia de Michel Temer.

Exceto pelos esquerdistas politicamente engajados, há uma grande maioria no Brasil até favorável a destituir o presidente, contudo a armadilha montada para Temer, gravando-o em flagrante, assim como a campanha maciça e incessante deflagrada pelo mesmo conglomerado de mídia que deu o furo estão levantando suspeitas.

Pessoas que apoiaram o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff estão lançando várias dúvidas antes de entrar na onda.

E entre elas estão: por que em meio a uma cultura de corrupção generalizada a mesma rede que parecia estar satisfeita com o governo atual guinou 180 graus para difamá-lo? E por que o acordo judicial sem precedente conseguido pelos delatores, que ficaram ricos furtando dos cofres públicos, deixou-os impunes?

The Interventionists – The Temptation for the Men of Green.

 

On the eve of the former president Dilma Rousseff’s impeachment she and several of her supporters were tempted to resort to the Army to stage a coup, under the disguised name of State of Defense.

Therefore, the leftists, who had as one of their catchphrases the
denunciation of the 60-70’s military regime, when posed in a desperate
situation would act just at the same way of those who they spent about
fifty years calling coup-lovers.

And the Left makes it clearer it has no shame to foul the democratic game as can be proven by its support to Maduro in Venezuela. Indeed, there are no more people on the Left courting the Military only because the leftists doubt they make up a majority in the barracks.

Nonetheless, it is in the Right that the Military have their biggest fans, which is a nostalgia of a leftist president’s overthrow in 1964 that turned into over twenty years under a military regime that is missed by many now.

Furthermore, due to the inevitable wear and tear of almost thirty years of left-wing governments grandparents are managing to convince their
grandsons that life was much better at those times.

 

Os intervencionistas – A tentação pelos homens de verde.

Na véspera do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ela e vários de seus partidários foram tentados a recorrer ao exército para dar um golpe, sob o nome disfarçado de Estado de Defesa.

Portanto, os esquerdistas, que tinham como um dos seus bordões a denúncia do regime militar dos anos 60-70, quando postos em uma situação desesperadora iriam agir exatamente da mesma maneira daqueles que eles passaram cerca de cinquenta anos chamando de golpistas.

E a esquerda torna mais claro que ela não tem vergonha para burlar o jogo democrático como pode ser provado por seu apoio a Maduro na Venezuela. De fato, não existem mais pessoas na esquerda cortejando os militares apenas porque os esquerdistas duvidam que eles constituem uma maioria nos quartéis.

Todavia, é na direita que os militares têm seus maiores fãs, que é uma nostalgia da derrubada de um presidente de esquerda em 1964 que virou mais de vinte anos sob um regime militar que é lembrado de uma forma saudosista por muitos agora.

Além do mais, devido ao inevitável desgaste de quase trinta anos de governos de esquerda avós estão conseguindo convencer seus netos que a vida era muito melhor naqueles tempos.

 

A Trial by Combat?

 

 

Lula is trying to fool a federal judge responsible for ruling on whether he is guilty or innocent to debate politically with him, however not only the judge but also the 2018 presidential candidates should avoid to do so.

“Faced with intolerance and hatred, no debate is possible,” president Jacques Chirac told, during the 2002 French presidential election run-off, refusing to debate with an opponent he thought was illegitimate to run for president.

Nevertheless, now in Brazil we can have a presidential candidate who will be not only illegitimate but also an outlaw, and it seems so far that all the other contestants have shown no embarrassment to discuss, even on the same stage, the future of the country with him.

Lula and his entourage are desperately seeking legitimacy for their version that the former president and his Workers’ Party have been politically persecuted and if the other candidates fall by their tricks the 2018 presidential campaign will become a win-win contest for them.

Many very suspicious politicians already are selling the idea that could be undemocratic not to allow the former president to run because he has an expressive electoral support, but if it is true the Judiciary System has no meaning anymore and the democracy itself no longer exists, since as in Game of Thrones any noblemen have the right to request a trial by combat while smallfolk do not possess this right.

 

Um julgamento por combate? – Lula está tentando enganar um juiz federal responsável por decidir sobre se ele é culpado ou inocente para debater politicamente com ele, entretanto não apenas o juiz mas também os candidatos presidenciais de 2018 deveriam evitar fazer isso.

“Confrontado com intolerância e ódio, nenhum debate é possível,” presidente Jacques Chirac disse, durante o segundo turno da eleição presidencial francesa de 2002, se recusando a debater com um oponente que ele pensava que era ilegítimo para concorrer para presidente.

Contudo, agora no Brasil nós podemos ter um candidato presidencial que irá ser não apenas ilegítimo mas também um fora da lei, e parece até agora que todos os outros competidores não têm mostrado embaraço para discutir, mesmo no mesmo palco, o futuro do país com ele.

Lula e seu séquito estão desesperadamente procurando legitimidade para a versão deles que o ex-presidente e seu Partido dos Trabalhadores têm sido perseguidos politicamente e se os outros candidatos caírem por seus truques a campanha presidencial de 2018 irá tornar-se uma disputa em que os petistas ganham de uma forma ou de outra.

Muitos políticos muito suspeitos já estão vendendo a idéia que poderia ser antidemocrático não permitir ao ex-presidente concorrer porque ele tem um expressivo apoio eleitoral, mas se isto é verdade o sistema judiciário não tem mais significado e a própria democracia não existe mais, desde que como em Game of Thrones quaisquer nobres têm o direito de solicitar um julgamento por combate enquanto pessoas comuns não possuem este direito.

A Rebranded Product

 

Displayed as a new product, the mayor of Sao Paulo, João Doria, is nothing else than the plan B of the establishment – just in case the dismantling of the operation Car Wash happens in a way that pleases the bigwigs and they do not see the need to maintain their plan A which so far is Lula.

Therefore, the influential politicians, involved in corruption schemes, who are now trying by all means to destroy the operation, will only give up on the former president’s bid if they feel they have all the safeguards set up to avoid their arrest.

Indeed, as it was made clear by the last STF’s rulings on the release of the Car Wash’s remand prisoners, the establishment seems not to be worried with the damage caused by its unashamed moves and counts on the mayor of Sao Paulo to assume the opposition role before a real one gathers strength.

And the current status of the newly elected mayor, which frees him from declaring he is a presidential candidate, suits well to both parties, since Doria has an excuse to not talk about any national issue he wanted under the guise he has to focus on the Sao Paulo city administration.

 

Um produto remarcado.

Apresentado como um novo produto, o prefeito de São Paulo, João Doria, não é nada mais do que o plano B do establishment – se for o caso do desmantelamento da operação lava-jato acontecer num modo que agrade os figurões e eles não vejam a necessidade de manter o plano A deles que até agora é Lula.

Portanto, os políticos influentes, envolvidos em esquemas de corrupção, que estão agora tentando por todos os meios destruir a operação, irão apenas desistir da candidatura do ex-presidente se eles acharem que têm todas as salvaguardas preparadas para evitar suas prisões.

De fato, como ficou claro pelas últimas decisões do STF sobre a liberação de presos preventivos da lava-jato, o establishment parece não estar preocupado com o dano causado por seus movimentos desavergonhados e conta com prefeito de São Paulo para assumir o papel de oposição antes que uma oposição real ganhe força.

E o status atual do prefeito recém-eleito, que o livra de declarar que ele é um candidato presidencial, serve bem a ambas as partes, desde que Doria tem uma desculpa para não falar sobre qualquer questão nacional que ele queria sob o pretexto que ele tem que focar na administração da cidade de São Paulo.

 

 

 

 

Bullying the Courts.

The whole stage was set up: a general strike on Friday, a huge rally on Saturday, a boost in the polls on Sunday, demonstrations nationwide on Monday,…

The Left, mostly those who still support Lula, wanted to make a show of force, i.e., the bolivarians intended to bully the Courts by pretending that their leader is being politically persecuted.

Therefore the postponement of Lula’s hearing at request of the law enforcement agents aimed at preventing this crescendo.

Only can be politically persecuted someone who advocates a political system different from the one already in place, but aside from the operation Car Wash the leftists who worship the former president do not want to make any other immediate significant change in the current system than of electing Lula president.

So would remain the possibility of the operation being illegal, but if it is the case Lula and his disciples should resort to people superior to those carrying on the investigations and trials.

Hence Lula and his mob are doing nothing else than intimidating the Courts and already are using similar methods of drug dealers, such as burning buses and assaulting people who do not obey them.

 

 

Intimidando a Justiça.

Todo o palco foi montado: uma greve geral na sexta-feira, um enorme comício no sábado, um empurrão nas pesquisas no domingo, manifestações em todo o país na segunda-feira,…

A esquerda, na maioria aqueles que ainda apoiam Lula, queria fazer uma demonstração de força, ou seja, os bolivarianos pretendiam intimidar a Justiça por fingir que o líder deles está sendo perseguido politicamente.

Por essa razão o adiamento da audiência de Lula a pedido dos agentes da lei visava impedir este crescendo.

Apenas pode ser perseguido politicamente alguém que defende um sistema político diferente do do já existente, mas exceto pela operação lava-jato os esquerdistas que adoram o ex-presidente não querem fazer qualquer outra mudança significativa imediata no atual sistema do que eleger Lula presidente.

Então restaria a possibilidade da operação ser ilegal, mas se este é o caso Lula e seus discípulos deveriam recorrer a pessoas superiores àquelas levando avante as investigações e julgamentos.

Daí Lula e sua gangue não estão fazendo nada mais do que intimidar as cortes e já estão usando métodos semelhantes de traficantes de drogas, tais como queimar ônibus e atacar pessoas que não os obedecem.